O lago de Três Marias, formado em 1961, possui área alagada de 2.673km² - maior que a ilha de Honshu, no Japão, ou a da Grã-Bretanha, no Reino Unido. Banha os municípios mineiros de Abaeté, Biquinhas, Felixlândia, Morada Nova de Minas, Paineiras, Pompeu, São Gonçalo do Abaeté e Três Marias. O grande lago ainda é habitado por algumas espécies nativas do "Velho Chico" que podem ser capturadas com alguma facilidade, como corvinas, piranhas, traíras, piaus e curimatãs. Mas as grandes estrelas da pesca esportiva em Três Marias são seus briguentos tucunarés-amarelos (Cichla monoculus), ali encontrados há mais de duas décadas e hoje responsáveis por pescarias com muita ação. Mais recentemente, eles passaram a dividir território com os cobiçados tucunarés-azuis (C. piquiti), potencializando ainda mais a prática da pesca esportiva na região do Alto São Francisco. A maior parte dos pescadores que frequentam a região é proveniente da capital mineira, do sudoeste do Estado de Minas e do interior de São Paulo. Com informações de boas pescarias nesse lago circulando em fóruns de pesca, principalmente de Minas, logo foram organizados ali alguns torneios de pesca esportiva, visando divulgar o potencial pesqueiro da região. Eu também não podia ficar sem ver de perto esse potencial, visto que havia pescado ali há mais de 15 anos, porém nas proximidades da cidade de Três Marias e, mais recentemente, perto de Morada Nova, já naquela época com bons resultados, mas ainda sem notícias dos azulões.
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Escrito por: Por Aléssio Freire Da Pesca Esportiva 151, em 02/05/2010, às 11:19:54 ( 0 ) comentário
A partir desta segunda-feira (1º) está liberada a pesca nos principais rios do Paraná. A medida se deve ao fim do período de reprodução dos peixes – que ocorre entre 1º de novembro e 28 de fevereiro, quando o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) proíbe a pesca para proteger os estoques pesqueiros nos rios do Paraná. “Esta ação é prevista por lei e visa proteger a reprodução natural dos peixes nos rios de domínio do Estado”, explica o presidente do IAP, Vitor Hugo Burko.“Essas medidas auxiliam no equilíbrio natural da biodiversidade das bacias hidrográficas”, completa Burko.
Está liberada a pesca nos rios com afluência direta ao reservatório de Itaipu, bem como nos rios Tibagi e seus afluentes, rio Arroio Guaçu, Piquiri, Ivaí, Ocoí, São Francisco Falso, São Francisco Verdadeiro, das Cinzas e Laranjinha.
Segundo o coordenador do Centro de Piscicultura do IAP em Toledo, o engenheiro de pesca Taciano Maranhão, o volume de peixes encontrado nos rios após a Piracema supera o do mesmo período do ano passado. “Com a fiscalização e orientação do IAP e da Força Verde estamos reduzindo a cada ano o número de autuações. A combinação de poucas infrações com a alta no volume das chuvas, gerando cheias nos rios, ajudou muito na reprodução dos animais”, afirma Taciano. Segundo ele, devido a estes fatores, a quantidade de peixes nos rios é maior do que o esperado, ajudando na recuperação da flora e fauna dos rios. “Temos encontrado muitas espécies de peixes já em tamanho juvenil. Além disso, os relatórios de algumas universidades da região que monitoram os rios mostram um aumento no número de peixes”, destaca.
FISCALIZAÇÃO – Durante o período da piracema o Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde e o IAP promoveram intensas fiscalizações para coibir a pesca predatória no período de reprodução dos peixes. Ao todo, foram 129 autuações por pesca predatória nos principais rios do Paraná. Outros 300 pescadores foram abordados e orientados pelos policiais da Força Verde e fiscais do IAP. As regionais do IAP em Maringá, Umuarama, Paranavaí e Litoral são as que mais contabilizam infrações de pesca ilegal. Até o dia 28 de fevereiro foram apreendidas no Paraná 30 redes de arrastos e outros 13.860 mil metros de redes em Umuarama e Maringá. O volume de peixes capturados ilegalmente foi de quase uma tonelada, somando as apreensões em todo o Paraná.
De acordo com o major César Lestechen, comandante em exercício do Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde, os policiais promovem operações mais freqüentes neste período. “Aliado a isso trabalhamos na conscientização da população e dos pescadores com palestras de educação ambiental em todo o Estado”, explica Lestechen. Devido a estas iniciativas, a maioria dos casos de autuação e notificação é de pescadores amadores. “Os próprios pescadores profissionais estão colaborando e denunciando a pesca predatória”, relata o comandante do 3° Pelotão da Polícia Ambiental, tenente Alcimas Crecêndio.
No período de reprodução dos peixes, os pescadores profissionais registrados nas associações da classe e na Secretaria de Aqüicultura e Pesca do Governo Federal recebem recursos para se manterem durante o tempo em que são obrigados a parar com as atividades.
Para quem é flagrado praticando a pesca predatória, as punições são prisão de um a três anos e multa de R$ 700 a R$ 100 mil, além de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.
Denúncias de pesca predatória e de outros crimes ambientais podem ser feitas diretamente pelo telefone 0800 6430304. A ligação é gratuita, durante as 24 horas do dia. A identidade de quem denuncia é mantida em sigilo.
Habitat: As Cacharas freqüentam rios, lagoas, igarapés, desde a Amazônia até o Pantanal Mato-grossense. Freqüentam os locais de águas mais lentas, próximas a aguapés onde espreitam suas presas e , ao mesmo tempo, tem refúgio dos seus predadores. Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento médio/pesado, pois este peixe pode alcançar 1,20m de comprimento e pesar até 20 Kg. Deve-se utilizar uma vara para linhas de 10 a 30Lbs, a carretilha ou o molinete deve comportar 100m de linha de 0,50mm de diâmetro, sendo que na ponta da linha deve-se usar um empate ou encastoado e anzóis com tamanho variando de 6/0 a 10/0. As iscas mais utilizadas são as de pequenos peixes da região em que se está pescando, como as tuviras (morenitas), piaus, jejus, muçuns, etc. Pode-se também pescar com iscas artificiais que trabalham bem rente ao fundo, utilizando-se o mesmo equipamento das iscas naturais. Procede-se parando-se o barco a aproximadamente 20m do local em que se quer arremessar. Após tocar o fundo, deve-se manter a linha esticada, ficando à espera de pequenos toques que serão seguido de uma corrida longa. Quando a vara abaixar com a corrida do peixe, fisgue vigorosamente duas vezes para que o anzol fixe bem. Dica: Tome cuidado com os ferrões laterais, pois estes podem causar graves ferimentos no pescador descuidado. Melhores épocas: Pode ser capturado de fevereiro à outubro, sendo melhor as épocas de seca. Tamanho mínimo: 80cm
Piau-tres-pintas
Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia -Tocantins e Prata. Saiba mais: Peixe de escamas. Espécie onívora, com tendência a carnívora (principalmente insetos) ou frugívora (frutos e sementes pequenas), dependendo da oferta de alimentos. Vive principalmente nas margens de rios, lagos e na floresta inundada. É importante para a pesca de subsistência e para o comércio local, mercados e feiras. Equipamento e isca: Equipamento leve, linhas de 8 a 10 libras, anzóis pequenos e chumbada leve. Vara de bambu para pescarias de barranco. As iscas devem se naturais, como insetos, minhoca, milho, além de queijo e macarrão. Dica: É preciso muita habilidade para fisgar esse peixe, pois são muito ariscos.
Piranha
Habitat: Vivem em rios, lagoas e represas, desde o norte da Amazônia até a costa oeste do Rio Grande do Sul. Conhecida como predadora implacável, a Piranha está sempre a procura de carne, seja de peixe ou qualquer outro animal sendo, portanto, muito fácil de ser capturada. Técnicas de pesca: Para se pescar Piranhas , pode-se utilizar qualquer tipo de equipamento, desde que a isca seja um pedaço de carne, de preferência sangrando, pois a Piranha pode captar a isca a muitos metros de distância. As maiores Piranhas existentes são as do Pantanal e as Piranhas pretas que vivem em águas Amazônicas. Para estas, deve-se utilizar equipamento de ação média a média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 100m de linha de 0,40mm de diâmetro e um anzol número 4/0 a 7/0 encastoado, pois as piranhas têm dentes que podem cortar a linha facilmente. Dica: Para atrair grandes cardumes de Piranhas é muito fácil, pois basta cevar o local com pedaços de carne com sangue, que é o principal atrativo para este tipo de peixe. Melhores épocas: Durante todo o ano, sempre respeitando as épocas de Piracema. Tamanho mínimo: 25cm. Apesar de muitos pescadores acharem que devem matar todas as Piranhas que são capturadas, deve-se soltar a maioria, pois a Piranha pode ser considerada como o maior protetor dos peixes do Pantanal e da Amazônia, já que rouba muitas iscas, evitando que outras espécies sejam capturadas em excesso.
Pirarara
Habitat: Freqüenta os rios de médio e grande porte da Amazônia sendo que gosta particularmente de poços e canais, podendo até freqüentar algum banco de areia com média profundidade se ali houver alimento.
Como Pescar: Deve-se utilizar equipamento de ação pesada , pois este peixe atinge até 50Kg de peso, sendo que briga muito antes de ser embarcado. A vara deve ser firme para proporcionar uma boa fisgada, a carretilha ou molinete deve armazenar 150m de linha com 0,60mm de diâmetro e os anzóis devem ser encastoados com tamanho 10/0 a 14/0. Ancorando-se o barco próximo ao poço ou canal, procede-se arremessando a isca utilizando-se chumbo para que a isca atinja o fundo.
Dica: Após a fisgada brigue com paciência, pois não é raro que se brigue mais de um hora antes de se embarcar o peixe.
Melhor época: pode ser capturado durante todo o ano, respeitando-se é claro a época de piracema.
Tamanho mínimo: Não informado.
Tilápia
Habitat: Originárias do continente africano, mais precisamente do rio Nilo, as Tilápias Nilóticas povoam as águas lênticas de lagoas e represas por todo o Brasil.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar uma vara telescópica com 2,10 a 4,20m de comprimento, linha 0,25mm de diâmetro com o comprimento da vara, bóia pena, chumbo fixo na linha e um anzol com tamanho variando entre número 12 e 14. Como as Tilápias Nilóticas dificilmente se alimentam de pequenos animais (insetos, minhocas, etc), as melhores iscas serão: capim, erva doce, milho verde cozido e massa. Recomenda-se o uso de três varas ao mesmo tempo, com uma isca diferente em cada vara, pois assim pode-se descobrir qual a isca de preferência do peixe e passar a pescar com a mesma isca nas três varas. Também é recomendado que se faça uma ceva com milho e capim, para que a concentração dos peixes aumente.
Dica: A produtividade da pescaria é maior durante a noite, com um farolete apontado para a água, pois as Tilápias são atraídas pela luz e não enxergam o pescador.
Melhor época: Podem ser pescadas durante todo o ano, sendo que no verão é mais fácil de serem capturadas, pois se alimentam com mais freqüência.
Tamanho mínimo: 20cm
Carpa
Habitat: Peixe de água doce de origem asiática. Vivem em rios e represas sendo encontradas nas regiões sul e sudeste do Brasil. Existem várias espécies de Carpa, como por exemplo: Carpa Capim, Carpa Húngara, Carpa Cabeça Grande, Carpa Comum, Carpa Chinesa, etc.
Como pescar: Deve-se utilizar equipamento de ação média, composto por vara para linhas de 8 a 17 Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 70m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis tipo maruseigo de tamanho 1/0 a 3/0. Pode-se pescar tanto de fundo como com bóia, sendo que as melhores iscas são as minhocas e massas de mandioca com um pouco de sal e queijo.
Dica: Para atrair a atenção deste peixe, faça uma ceva de pão ou pipoca.
Melhor época: Durante todo o ano, respeitando-se as épocas de reprodução é claro.
Traíra
Habitat: Vivem em águas paradas nas represas, lagoas e brejos em todo o Brasil. Têm alta resistência a locais com pouco oxigênio. Podem atingir até 60cm de comprimento e 4,0 Kg de peso.
Técnicas de pesca: Na maneira mais tradicional de se pescar Traíras deve-se utilizar um varejão de bambu de aproximadamente 4,0m de comprimento, linha de 0,40mm de diâmetro, bóia, empate de aço com 10cm de comprimento e um anzol com tamanho de 1/0 a 6/0. Como iscas, deve-se utilizar: lambaris, rãs e miúdos de frango.
Outra forma de se pescar, é utilizando equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas de 10 a 20Lbs, um molinete ou carretilha que comporte 100m de linha 0,40mm de diâmetro, um empate de 10 cm de comprimento e iscas artificiais. As melhores iscas serão: plugs de superfície, plugs de meia água e spinner baits. Procede-se arremessando-se as iscas naturais ou artificiais em locais onde haja paus, pedras e capim.
Dica: Tome sempre muito cuidado com os dentes da Traíra, pois ao morder ela dificilmente larga, tendo muitas vezes que ser morta para abrir a boca.
Melhor época: As Traíras se alimentam com maior freqüência no verão , quando a temperatura ambiente é mais elevada.
Tamanho mínimo: 30cm
Xareu.com.br
Escrito por: Xareu.com.br, em 24/02/2010, às 11:37:33 ( 0 ) comentário
Kevin VanDam, considerado um dos melhores pescadores do mundo, conquistou o Bassmaster Classic e agora acumula US$ 4 mi em prêmios ao longo da carreira.
O pescador Kevin VanDam tem motivos de sobra para dizer que se diverte e ganha dinheiro ao mesmo tempo. Ao conquistar o Bassmaster Classic, o principal torneio de pesca da espécie black bass, realizado nos Estados Unidos, o americano de Mixigan faturou US$ 1,2 milhões, cerca de R$ 2,12 milhões.
Não bastasse o valor milionário pelo título, VanDam, considerado um dos melhores pescadores do mundo, agora acumula em sua carreira de competidor US$ 4 milhões em prêmios, sendo o homem que mais ganhou dinheiro em torneios de pesca promovidos pela BASS.
“É o que eu sonhava quando era criança, esse prêmio é muito especial. Todo mundo que pesca o bass sonha um dia chegar no topo dessa competição”, discursou VanDam, “arrepiado”.
A premiação foi transmitida ao vivo para todo o Estados Unidos pelo canal esportivo ESPN e também por meio do site da BASS. Milhares de fãs da pesca também estiverem na platéia que cercava o palco montado próximo do lago que abrigou o torneio.
“Isso é incrível, maravilhoso. Estou sem palavras para descrever esse sentimento todo”, disse o pescador milionário.
Para levar o prêmio, VanDam capturou 24 kg de bass em três dias de disputa no Bass Lake. Como a cota máxima era de cinco exemplares por dia, estima-se que cada bass pesava em média 1,6 kg.
O black bass é uma espécie que atrai pescadores não pelo seu tamanho, mas por ser capturado sem grandes dificuldades com as iscas artificiais. Por isso especialistas o consideram uma das espécies “mais esportivas”. No Brasil, o bass foi introduzido por volta dos anos 1960 em várias represas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
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Escrito por: Lielson Tiozzo, em 24/02/2010, às 11:07:08 ( 0 ) comentário
Sempre que usar o equipamento, seja na água doce ou salgada, lembre-se de lavá-lo. No caso de carretilhas e molinetes, feche bem a fricção ou freio para a água não entrar nos discos e deixe os equipamentos por alguns minutos debaixo de água corrente, que se estiver um pouco aquecida melhor. Em seguida, tire o excesso de água balançando a peça e coloque-a para secar no tempo – trabalho que também pode ser feito com um pano macio. É interessante usar uma escova de dente velha para limpar o guia fio, local de maior acúmulo de sujeiras em suspensão encontradas na água. Lembre-se: manutenção em dia é peixe na foto.
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Escrito por: Pepe Mélega / Foto/Ilustração: Pepe Mélega., em 10/02/2010, às 11:07:09 ( -1 ) comentário